FIGURADO
O homem desde sempre teve “necessidade” de se construir, de se retratar, em figuras com maior ou menor fidelidade. O seu imaginário fantástico transportá-lo-ia para universos onde também poderiam “habitar” deuses e diabos, pássaros e monstros, anjos e outras figuras saídas do imaginário popular. Este foi o ponto de partida para uma diversidade inesgotável, que – neste inicio de século – á volta do figurado, se reunam obras que são exemplo de tradição e modernidade, quer a abordagem seja a arte sacra ou figuras pagãs, ou outras. Dezenas de artistas de diferentes gerações e correntes artísticas, apresentam as suas obras, em forma de figurado.














